domingo, 22 de junho de 2008

Curiosidades da ''Amazonia''

Curiosidades da Amazônia


A região Amazônica é tão importante para nosso planeta.
Tudo que acontece lá vira notícia no mundo inteiro.
Agora você vai sobrevoar na Amazônia.
Vamos nós!!!


Origem do nome.


Você sabe de onde vem a palavra Amazônia?
De amazonas , nome dado pelo explorador espanhol Francisco Orellana.
Ao o rio que percorreu em 1541.
Na época ,Orellana viajou pelo rio e afirmou ter vencido um grupo formado só por Índias. Não se sabe se isso ocorreu realmente , mas o fato é que o espanhol ao contar essa história , comparou as indígenas às amazonas, mulheres guerreiras que , diz a lenda , viviam às margens do Mar Negro, localizado entre a Europa e Ásia.
Depois do rio , o nome Amazonas batizou a região e, a seguir , o estado que se formou ao receber ‘’ia’’ , formou a palavra que dá nome à floresta Amazônica.


Quem vive na Amazônia?


A cerca de 20 milhões de pessoas. Aproximadamente 12 de 100 brasileiros moram na região.
Mais você se engana ao pensar que a maioria da população é índios.
Deve haver entre 210 e 270 mil indígenas na região.




O assunto é saúde...

Na amazônia existem muitos mosquitos ANOPHELES , transmissor da malária. Na região também tem muita a doença hepatite B e a febre amarela.




Animais pré-históricos da Amazônia



Spinosaurus - era um dinossauro que se alimentava de peixes.


Carcharodontosaurus - tinha dentes semelhantes aos do tubarão-branco.


Purussaurus – parente do jacaré nadava pelos rios do Acre e do Amazonas.


Plesiossaurus – réptil marinho tinha grandes nadadeiras.


Preguiça – Gigante – chegava a ter seis metros de comprimento.


Toxodonte – parecia com o rinoceronte e o hipopótamo.


Gliptodonte – parente do tatu.


sábado, 21 de junho de 2008

Perfil

Nome. Juliano Vargas
Cidade natal. Osório/rs
Data de nascimento. 19/05/1994
Página web. http://www.vargas-brasil.blogspot.com/
E-mail & Orkut. vjuliano5@gmail.com
Profissão. Estudante
O que mais gosto de fazer . Pesquisar em livros e na web fatos históricos.

ESCOLAS.

1997- escola educativa ''Neyta Ramos'' (Osório-rs)
2000- pré - escola ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs)
2001- primeira série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs) & ''Henrique Studik'' (Florianópolis-sc)
2002- segunde série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs)
2003- terceira série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs)
2004- quarta série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs) & ''Gentil Mathias da Silva'' (Florianópolis-sc)
2005- quinta série ''Gentil Mathias da Silva'' (Florianópolis-sc)
2006- sexta série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs)
2007- sétima série ''Osvaldo Amaral'' (Osório-rs)
2008- oitava série ''Osvaldo Amaral'' (Osório)

Morador de rua faz o impossível

Ele nunca fez lição de casa acredite dormindo há 12 anos na rua, um homem passava os dias estudando sozinho e acabou passando no concurso do Banco do Brasil.
Ubirajara Gomes da Silva deve começar a fazer os testes exigidos para ser contratado como escriturário pelo Banco do Brasil. São testes de saúde e uma entrevista que funciona como teste psicológico. Nele, Ubirajara terá que contar a sua vida. Até a madrugada de ontem, ele não sabia que história contaria. Tinha medo de contar a verdade. Uma verdade que ele mesmo considera inacreditável.
Há um ano, Ubirajara foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. Ficou na 136ª colocação no Recife. Eram mais de 19 mil candidatos. Na última semana, finalmente, foi convocado para assumir o cargo. Porém, Ubirajara sequer tinha um documento. Nem a certidão de nascimento. Este homem praticamente não existia para a sociedade. Ele mesmo se sentia “invisível”, talvez até “irreal”. Isso explica porque durante a entrevista para esta reportagem, Ubiarajara perguntou várias vezes que impressão estava causando. “O que será que as pessoas vão pensar de mim?”, questinava, com a insegurança de quem está se sentindo real pela primeira vez na vida.
Há 12 anos, Ubirajara da Silva mora pelas ruas do Recife.
A mentira
Ubirajara nunca conheceu seus pais. Foi abandonado dias depois do seu nascimento e cresceu em um orfanato. Lá, dormia com dezenas de outras crianças com histórias parecidas com a sua. Com sonhos iguais aos seus. Esperavam pelo milagre da adoção, talvez pelo arrependimento dos pais; por dias melhores. Até crescerem. Até descobrirem que esses tais dias melhores não viriam. Aos 18 anos era hora de deixar o orfanato e tentar a vida nas ruas. Na rua por onde todos passam, Ubirajara ficou. Uma história que se repete pelas esquinas, pelos bancos de praça, pelos viadutos de qualquer grande cidade. Uma história que - dentro da realidade social do país - poderia ser até considerada comum. Poderia,se não fosse a história de Ubirajara. Poderia, se fosse verdade.
A esquina
00h10. O jogo da seleção brasileira acabara havia poucos minutos e o fluxo de carros era um pouco maior do que o habitual paraum início de madrugada em uma das esquinas mais nobres do Recife, entre as rua das Pernambucanas e da Amizade, no bairro das Graças. Naquele horário, o único movimento era o dos carros. Dificilmente passaria alguém caminhando pela calçada. E era justamente por isso que Ubirajara estava ali. Naquela esquina, ele passaria a noite. Dormiria. Era o seu endereço. Sua casa. Há 12 anos, ele vive na rua. Era uma criança de 15 anos, perdida. Hoje é um homem de 27 que, finalmente, parece ter encontrado os tais “dias melhores”.
Sentando no pequeno batente de uma farmácia que fica fechada entre as 22h e às 6h30, ele começa a contar a sua vida. “Minha história é inacreditável”, adianta. Com razão. É tão inacreditável que ele costuma mentir sobre sua origem. Prefere contar para as pessoas a versão que abriu essa reportagem. O drama comum do menino abandonado que cresceu em um orfanato. “Conto isso porque sei que é uma versão mais fácil de ser aceita”, confessa Ubiaraja.
Por quase duas horas, ele continuaria contando a sua verdadeira história. Uma espécie de conto de fadas moderno. Aparentemente uma das muitas histórias sobre a miséria de um país e as suas conseqüências trágicas na vida de uma pessoa, na desestruturação de famílias, nas distorções das formas de relacionamento.
O pedaço de papel
Um rato passou a alguns metros e logo desapareceu. Dois meninos vieram pela calçada com garrafas de cola em uma mão e um pedaço de madeira afiado em outra. Sumiram no escuro. A chuva começou a cair. Ubirajara encolheu as pernas e protegeu sua pasta entupida de papéis e suas duas sacolas de plástico. Numa delas, um pouco de comida. Na outra, alguns itens de higiene pessoal. Ele não tem sequer uma escova de dentes. Da pasta, tira um pedaço de papel com marcas de dobras. No alto da página branca, a marca do Banco do Brasil. Um pouco abaixo, o nome completo de Ubirajara e alguns números. Um deles era 136. A quele morador de rua encolhido no batente de uma farmácia havia sido o 136º colocado no concurso do Banco do Brasil.A família
“Quem diria que aquele retardado seria funcionário do Banco do Brasil?”, pergunta Ubirajara, em tom de orgulho. Realmente, ninguém jamais diria que um jovem que viveu 12 anos na rua conseguisse ser aprovado em um concurso público tão disputado. Concursos que se tornaram uma espécie de projeto de futuro para parte significativa da sociedade - alimentando uma verdadeira indústria de cursos preparatórios. Mas o “quem diria” de Ubirajara, na verdade, não era uma pergunta. Era uma resposta para alguns dos seus familiares. Pessoas que sumiram da sua vida desde o dia em que ele resolveu sair de casa. “Essa é a parte da minha história que eu queria esquecer”.
00h40. Ubirajara está chorando. Pela primeira e única vez naquela madrugada. “O que eu realmente queria era ter tido minha mãe perto”, diz enquanto passa a mão nos olhos vermelhos. O desabafo aconteceu enquanto ele contava a sua infância. Filho de uma garçonete com um PM exonerado, foi deixado de lado pelos dois. Mas não totalmente abandonado - como na história queescolheu contar. Na verdade, o menino foi criado na casa da sua avó materna, junto com mais quatro irmãos, em Paulista. Tinha uma condição de vida precária, mas digna. Pobre, não miserável. “Quando as pessoas sabem que eu tenho pai e mãe ficam revoltadas comigo por eu estar na rua. Me culpam. Ficam me julgando como se eu fosse um maluco ou um rebelde. Como se eu tivesse escolhido isso. Mas não é uma escolha. Você acha que eu não queria estar em uma cama agora?”
As primeiras noites na rua
Ubirajara relata constantes agressões físicas e psicológicas que sofria na casa da avó. De lá veio o termo “retardado”, que ele não esquece. Aos 15 anos, costumava fugir de casa. Aos poucos, as fugas eram cada vez mais longas. Cada vez mais sem rumo. Longe de casa, sem dinheiro, começou a dormir pelos cantos. Primeiro, na Avenida Guararapes. Depois, na rampa do Hospital da Restauração. Ele resume essas noites em dois sentimentos: “medo e solidão”. Sentimentos que parecem capazes de resumir as piores noites da vida de qualquer pessoa. No caso dele, não eram as piores. Eram todas.
A virada
Ubirajara estava na 6ª série quando saiu de casa. E, nos primeiros anos sem teto, o seu único objetivo era sobreviver. E não há exagero ou qualquer tom heróico nessa afirmação. A vida na rua tem suas regras. Suas leis. O cotidiano das calçadas não permite escolhas. Não permite pudores. Nem princípios. Não podemos esquecer que esta é, antes de mais nada, a história de um morador de rua. E, nesse ponto, por muito tempo, Ubirajara foi só mais um.
Um dos que pediam esmola, um dos que não cortavam o cabelo, dos que vestiam trapos, dos que sentiam fome, dos que precisavam fazer qualquer coisa para comer (neste caso, não se faz necessário detalhar o “qualquer coisa”). Violentado de todas as formas. Noites de culpa. Noites de dor.
Em 2001, o garoto decidiu voltar a estudar. Foi quando iniciou a reaproximação com os livros, as revistas e os jornais: “Tudo que parava na minha mão, eu sempre lia. Acho que esse foi o meu grande diferencial inclusive nos concursos”. Estudando nas ruas, Ubirajara passou nas duas provas de supletivo e recebeu o diploma do ensino médio. Ainda assim, continuou freqüentando os colégios. Continua, aliás. Por um só motivo: as merendas.Preguiçoso?
A reaproximação com os pais ou com a avó nunca aconteceu. Ubirajara manteve contato apenas com os irmãos. Todos tiveram uma vida mais digna. Casaram, formaram família, conseguiram emprego. Em mais de uma década de rua, Ubirajara se acostumou a ser chamado de “preguiçoso” e de “teimoso”. “Minha teimosia é que fez com que eu não desistisse dos meus sonhos. Por mais que todo mundo me criticasse, eu continuei fazendo aquilo que eu acreditava”, resume.
No ponto de táxi do Mercado da Madalena, onde Ubirajara “morou” por um bom tempo, os taxistas o definem como um “rapaz honesto, que vivia estudando, não gostava de trabalhar e tinha um jeito de abestalhado”. Os dias de Ubirajara se resumiam a estudar. Às vezes, nas praças. Às vezes, em bibliotecas públicas. “Não tinha todos os livros, aí ia para a biblioteca, fazia rascunhos, copiava tudo e levava comigo esses papéis para todos os cantos”, conta. Ainda leva, na verdade. A tal pasta dele é repleta de anotações. Todos os tipos. Desde a sua mínima contabilidade (vive com algo entre R$ 2 R$ 5 por dia) até um projeto completo para abrir um negócio próprio. “Quero ser nanoempresário. Menor do que micro”, diverte-se.
O futuro
A prova do concurso para escriturário do Banco do Brasil tinha 150 questões. Ubirajara acertou 116. Foi o quinto concurso que fez. Havia passado em outros quatro, mas nunca havia sido chamado. No início da semana passada, soube da convocação pela internet - onde vive quase que uma “vida paralela”. Tem perfil no Ortkut e participa de dezenas de fóruns “habitados” pelos “concurseiros”. É conhecido nesse meio pelo apelido de “Maior Abandonado”. Usa uma foto de Charles Chaplin. “Sou viciado. Procuro sempre lugares que tenham computadores públicos. Na internet, as diferenças diminuem, não me sinto distante de ninguém”, conta, fazendouma analogia com a sua “invisibilidade” como morador de rua. “Estou aqui nessa esquina todas as noites? Ninguém vem aqui falar comigo. Você veio para me entrevistar. Mas você já tinha sequer me visto aqui?”, questiona. A resposta, constrangida, foi “não”.
E foi na internet, em um fórum de discussão para “concurseiros”, que Ubirajara resolveu expor um drama que vinha lhe consumindo em silêncio desde o dia que soube da convocação. Tinha uma dívida de quase R$ 8 mil por empréstimos que fez há anos. E a regra em órgãos públicos é clara: para a contratação ser efetivada, o candidato não pode ter o nome no SPC ou Serasa. Bastou o relato triste para estimular uma verdadeira corrente de ajuda. Uma mobilização virtual que não demoraria para se tornar real. Um amigo que fez na internet se dispôs a pagar parte da sua dívida. Algo em torno de R$ 3 mil. O restante, o próprio Ubirajara pagará em 60 meses com o seu salário (R$ 954, mas que somando outros benefícios pode chegar quase a R$2.000). Dinheiro suficiente para revolucionar sua vida. Para que os seus sonhos, pela primeira vez, possam ser chamados de “planos”.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

''Luiz Galvez''

Em 1899 , o Acre vivia
uma situação enorme...
Época amada
Nordeste atraído pela borracha.
O povo acreano se revoltou com a situação e seringueiros resistiram à ocupação boliviana, liderados pelo espanhol
Luiz Galvez
Agora vou lhe contar uma história imortal
que estava na face de áurea
devido a ``Revolução Industrial``
Luiz Galvez homem espanhol
sábio, inteligente como o sol...
Homem de maneiras.
Gostava mesmo era da manhã
típico ``Don Juan``....
Decide vir ao Brasil
com o seu coração a mil...
Sua chegada ao Brasil fica marcada.
Envolve - se com uma mulher casada.
Sua chegada a Manaus foi a pé
reencontra uma antiga amante e com abra até um cabaré.
Sua história segue muito mais.
Mais o resto não consigo explicar
porque são poucas palavras pra rimar...

Menino Boiadeiro (vargas)

Menino boiadeiro
nasceu no campo
no campo morrerá...
Os lindos bois é como se fosse um querido irmão
nem nos dias de solão deixa os bois na mão....
No campo sua vida é bem melhor
se o menino tiver que deixar o campo
com certeza seu coração dói...
A dor não é brincadeira
A dor não é poeira
que passa pelo campo
e leva a alma campeira...
Filho de quem é do campo
do campo sera...
Pois numa fazenda a vida vai se honrar...

Minha querida amada (vargas)

Minha querida amada
como voce tenho uma vida sem palavras...
Minha querida amada
pra me apaixonar por voce foi barbada...
Minha querida amada
por voce voltaria aos meus 18 anos e servia a Pátria Amada
Me lembro até do dia que me apaixonei
foi numa linda praça
olhei pra voce mais voce nem achou graça...
Mais com o tempo voce também se apaixonou
me lembro até do verso que voce falou.
``Quando te vi nem te percebi e mal te olhei``
``Passou algum tempo e eu me apaixonei``....

Menino Pobre (vargas)

Menino pobre
Pobre como um cão de rua
que vive de sóbras...
Até nas manhãs frias
no caminho de uma escola
o menino pobre parava na rua
e pedia esmola....
Seu pai lhe abandonou
sua mãe morreu...
``O que sera desse menino?``
`` Sera como eu?``

O gaúcho (Jonatas -ganhador da poesia sesmaria em 2006)

Sou gaúcho muito forte
Se presciso enfrento a morte
Sou do Rio Grande do Sul
onde o céu é mais azul
até isso tenho sorte
Pois moro aqui
nessa terra no Brasil que não tem guerra
temos a paz para amar
agora vou te contar
gosto mesmo de declamar
Sou feliz por ser gaúcho
também por ser brasileiro...
Quanto o mundo inteiro reina a guerra a face do mal
no Brasil é carnaval
é festa , é alegria
Jonatas Silva - 2006

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Meu Grande Amor (parafraseando ``À Beira do Pantanal`` de Raul Seixas)

Na beira do Pantanal matei meu grande amor
pois o estopim foi a dor...
``Por que voce me traiu?
Por que voce me abandonou?``
Eu não ficava mais nem feliz quando meu time marcava gol...
Foi lá na beira do Pantanal
Seu corpo tão belo enterrei
Foi lá que eu matei a minha amada
Sua súave voz na lembrança eu guardei :
``Por que, meu querido
Por que , meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?

Meus Avós (parafraseando ``Avohai`` de Zé Ramalho)

Meus Avós


Um velho cruza a soleira
De botas longas, de barbas longas
De ouro fino o seu colar
É o terço brilhante
Nos dedos de minha avó
Que rezava todas as noites
E o velho nunca dormia só...
Dias dormia à beira do fogo
com as costas doendo
Sentindo o peso de idade
Meu velho avo quando se lembrava
de sua querida mãe quase morria de saudade...
Meu avo velho tropeiro da família
nunca deixou a minha avó só...
Pois nasceu no sul e no sul morrerá
Pois o sul tem muito a nos dá...


quarta-feira, 18 de junho de 2008

Noite de Almirante

“Noite de Almirante

Um roteiro
De
Sergio Monte
Adaptado no conto ``Noite de Almirante`` de Machado de Assis

A história se passa no final do século XIX




Deolindo, jovem marinheiro que volta de uma longa viagem para encontrar a namorada, com quem fizera um voto de fidelidade. O marujo, porém, é surpreendido com um novo homem na vida de sua amada. Ele a procura, conversa com ela, dá-lhe um presente e sai desesperado, pensando em suicídio. Não o comete, mas tem vergonha de admitir aos amigos a verdade e mente que realmente passou uma noite de almirante.